
domingo, 30 de setembro de 2007
sábado, 29 de setembro de 2007
Justice - D.A.N.C.E.
Quando a gente acha que não existe mais nada pra ser feito em videoclipe (vide a terrível amostra de "melhores" clipes do ano no VMB 2007, cada um pior que o outro), aparece uma idéia simples e divertida pra gente curtir...
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Disco novo do Múm! Go go smear the poison ivy

Impressões minhas sobre o disco novo, só depois que ouvir mais vezes, baixei há pouco e ainda não deu pra tirar muitas conclusões ainda. Mas aqui vai o link pra download e a senha é rcd. Está valendo a pena a escutada. O disco está diferente de todos os outros(que ouvi), ao mesmo tempo tem aquilo que é único, só deles. Essência é essência né, tá sempre lá...
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Inusitado

Pelo menos pra mim... Nunca tinha visto Thom Yorke sorrindo! Aqui tem um momento xis, tirada há muito tempo atrás do multiply ou flickr desse cara que está aí, Carlo alguma coisa...
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sábado, 15 de setembro de 2007
Marcel Dzama
Conheci o trabalho desse artista por causa da capa do disco de Beck, 'Guero'. A arte do disco é linda, talvez mais linda que seu conteúdo musical(embora eu goste um bocado da música que tem dentro), por isso fui ao oráculo atrás de mais informações do artista. Não achei site oficial, só o site de uma galeria dizendo que é o representante oficial do cara. E lá tem umas telas, aquarelas ,etc , que são essas que coloquei aqui. Enjoy!
Capa do 'Guero' - Beck Hansen (2005)





Capa do 'Guero' - Beck Hansen (2005)





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quinta-feira, 13 de setembro de 2007
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Pra quem é tresloucado musicalmente que nem eu

Vá direto ao blog Música Discreta, onde se tem de tudo um pouco da boa música, principalmente das novas (e não tão novas) vertentes da música de concerto. Foto de Phillip Glass tirada do blog, que por sua vez tirou do http://www.phillipglass.com/
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terça-feira, 11 de setembro de 2007
Alegria dura pouco...
Fui avisada de que o link do novo disco da PJ expirou, ou melhor, foi "expirado". Vou uploadiar novamente, mas quem quiser vai ter que correr, pois estes links têm duração meteórica (devido ao conteúdo "ilegal" deles). Coincidentemente fui dar uma olhada no blog do Bruno Medina e dei de cara com um post justamente sobre isso (O Peso da Elite). De que lado eu fico, não sei... Sei da questão dos direitos autorais, acima de tudo. Acima principalmente da questão da queda das vendas de discos. Seria lindo se todos tivéssemos grana pra comprar todos os discos que quisessemos... o que não acontece. E possivelmente o download é a única forma de conseguir conhecer música que nunca chegaria por aqui pelas vias "legais"... Recebi um email com um texto atribuído a Fernando Brant, detonando Gil, devido ao seu posicionamento em relação aos direitos autorais e licenciamento creative commons. Aliás, vou até copiar e colar aqui.
NO BAILE DO MINISTRO DA BANDA LARGA AUTOR NÃO ENTRA
(artigo do Fernando Brant)
O ministro Gil fala demais e ninguém contesta. Chega. São quase 5 anos de ações, gestos e palavras inconseqüentes, declarações ilógicas e imprecisas, confusão mental e irresponsabilidade. Vamos a alguns fatos. Em 2004, o MINC quis aprovar a ANCINAV, projeto intervencionista que acabou arquivado. O que poucos souberam é que, em meio a centenas de artigos, existiam 4 que, contra a Constituição, usurpavam direitos dos autores musicais. O ministro compositor, não satisfeito, passou a defender a flexibilização dos direitos autorais, além de maquinar desejos de estatização dessa conquista universal dos criadores e artistas. E começou a elogiar um novo tipo de licença, o Creative Commons, inventada pelo professor americano Laurence Lessig, encampada por advogados ligados à Fundação Getúlio Vargas e pelo MINC. Não creio que este engodo estivesse no programa de Governo de Lula. E nada disso foi discutido por Gil com a classe cultural. Mas, como se estivesse no palco e dele fosse senhor, resolveu fazer, dessa farsa, política de Estado. E cita Thomas Jefferson, que dizia que uma idéia não tem a força de propriedade de uma casa ou ferramenta. A obra artística é mais do que uma idéia e esta é, no máximo, ponto de partida para a criação. A noção que Jefferson tinha de idéia era muito precária. Ao mesmo tempo em que atacava a escravidão em seus textos, mantinha duzentos escravos negros sob sua posse. É semelhante ao compositor-ministro: defende a liberalização geral das obras pelos autores mas, apesar de ter sob controle toda as suas músicas, só licenciou uma canção, feita para um disco gravado na Noruega. As idéias, neste caso, realmente pouco valem. Cultura se faz com criadores, sejam indivíduos ou uma coletividade. E o direito autoral é uma conquista da civilização. Vem dos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. O que se opõe ao iluminismo, que nos deu o direito autoral, é a barbárie. E essa parece ser a meta dos que defendem o Creative Commons. Eles sofismam e mentem quando dizem que os direitos autorais são caros. Quando, por exemplo, um cidadão compra um CD por 35 ou 40 reais, a parte autoral, para todos os compositores, é de cerca de 1 real (ou 8,4% sobre o preço médio de fábrica, que anda pelos 15 reais). O autor não impede a obra de circular; ele é que a faz circular pois é ele que a cria. O ministro canta loas à tecnologia, mas não quer que os autores utilizem os avanços tecnológicos para preservar o que criaram. E o MINC incentiva empresas estatais a sugerir que os artistas renunciem a seus direitos. Quem está por trás desse massacre aos autores, dessa campanha mundial, economicamente forte e organizada? Certamente, os grupos que dominam a internet: a Microsoft, o Google, as telefônicas, que poderiam usar obras artísticas sem pagar. Por que o Gilberto Gil não propõe uma "Technology Commons", para que todos tenham acesso gratuito ao que os chamados provedores de conteúdo nos oferecem mediante pagamento? Qualquer que seja o assunto, o ministro descobre um jeito de atacar os autores. Ele tem idéia fixa contra nós. Piratearam um filme? É hora de mudar a lei autoral. Ele acha normal que se façam cópias ilegais (é a modernidade, a tecnologia, a compulsão da juventude). Será que ele julga correto que se viole contas bancárias, se calunie pela internet ou se propague a pedofilia? Se tantos praticam um crime, a solução seria mudar a lei para que tudo (matar, roubar) seja permitido?Gil repete como ladainha essa concepção de mundo. Autor profissional não cai nessa, mas alguns autores jovens se convertem a essa religião suicida. Universitários e professores desavisados passam a defender tal anarquia. Quem defende a barbárie não é moderno nem revolucionário. Quem está a favor dos direitos não é conservador: é civilizado. Autores, artistas e músicos brasileiros: protejam-se do ministro bárbaro, exterminador de criadores. Lembrem-se da lição de Cacilda Becker: "não me peçam de graça a única coisa que tenho para vender".
FERNANDO BRANT, compositor.
Preciso me inteirar melhor sobre, principalmente o CC. Qualquer hora dessas volto ao assunto.
p.s. Gil é gênio! Independente de ser ministro da cultura. Como diria meu marido, é "entidade" (religiosa)!
NO BAILE DO MINISTRO DA BANDA LARGA AUTOR NÃO ENTRA
(artigo do Fernando Brant)
O ministro Gil fala demais e ninguém contesta. Chega. São quase 5 anos de ações, gestos e palavras inconseqüentes, declarações ilógicas e imprecisas, confusão mental e irresponsabilidade. Vamos a alguns fatos. Em 2004, o MINC quis aprovar a ANCINAV, projeto intervencionista que acabou arquivado. O que poucos souberam é que, em meio a centenas de artigos, existiam 4 que, contra a Constituição, usurpavam direitos dos autores musicais. O ministro compositor, não satisfeito, passou a defender a flexibilização dos direitos autorais, além de maquinar desejos de estatização dessa conquista universal dos criadores e artistas. E começou a elogiar um novo tipo de licença, o Creative Commons, inventada pelo professor americano Laurence Lessig, encampada por advogados ligados à Fundação Getúlio Vargas e pelo MINC. Não creio que este engodo estivesse no programa de Governo de Lula. E nada disso foi discutido por Gil com a classe cultural. Mas, como se estivesse no palco e dele fosse senhor, resolveu fazer, dessa farsa, política de Estado. E cita Thomas Jefferson, que dizia que uma idéia não tem a força de propriedade de uma casa ou ferramenta. A obra artística é mais do que uma idéia e esta é, no máximo, ponto de partida para a criação. A noção que Jefferson tinha de idéia era muito precária. Ao mesmo tempo em que atacava a escravidão em seus textos, mantinha duzentos escravos negros sob sua posse. É semelhante ao compositor-ministro: defende a liberalização geral das obras pelos autores mas, apesar de ter sob controle toda as suas músicas, só licenciou uma canção, feita para um disco gravado na Noruega. As idéias, neste caso, realmente pouco valem. Cultura se faz com criadores, sejam indivíduos ou uma coletividade. E o direito autoral é uma conquista da civilização. Vem dos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. O que se opõe ao iluminismo, que nos deu o direito autoral, é a barbárie. E essa parece ser a meta dos que defendem o Creative Commons. Eles sofismam e mentem quando dizem que os direitos autorais são caros. Quando, por exemplo, um cidadão compra um CD por 35 ou 40 reais, a parte autoral, para todos os compositores, é de cerca de 1 real (ou 8,4% sobre o preço médio de fábrica, que anda pelos 15 reais). O autor não impede a obra de circular; ele é que a faz circular pois é ele que a cria. O ministro canta loas à tecnologia, mas não quer que os autores utilizem os avanços tecnológicos para preservar o que criaram. E o MINC incentiva empresas estatais a sugerir que os artistas renunciem a seus direitos. Quem está por trás desse massacre aos autores, dessa campanha mundial, economicamente forte e organizada? Certamente, os grupos que dominam a internet: a Microsoft, o Google, as telefônicas, que poderiam usar obras artísticas sem pagar. Por que o Gilberto Gil não propõe uma "Technology Commons", para que todos tenham acesso gratuito ao que os chamados provedores de conteúdo nos oferecem mediante pagamento? Qualquer que seja o assunto, o ministro descobre um jeito de atacar os autores. Ele tem idéia fixa contra nós. Piratearam um filme? É hora de mudar a lei autoral. Ele acha normal que se façam cópias ilegais (é a modernidade, a tecnologia, a compulsão da juventude). Será que ele julga correto que se viole contas bancárias, se calunie pela internet ou se propague a pedofilia? Se tantos praticam um crime, a solução seria mudar a lei para que tudo (matar, roubar) seja permitido?Gil repete como ladainha essa concepção de mundo. Autor profissional não cai nessa, mas alguns autores jovens se convertem a essa religião suicida. Universitários e professores desavisados passam a defender tal anarquia. Quem defende a barbárie não é moderno nem revolucionário. Quem está a favor dos direitos não é conservador: é civilizado. Autores, artistas e músicos brasileiros: protejam-se do ministro bárbaro, exterminador de criadores. Lembrem-se da lição de Cacilda Becker: "não me peçam de graça a única coisa que tenho para vender".
FERNANDO BRANT, compositor.
Preciso me inteirar melhor sobre, principalmente o CC. Qualquer hora dessas volto ao assunto.
p.s. Gil é gênio! Independente de ser ministro da cultura. Como diria meu marido, é "entidade" (religiosa)!
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domingo, 9 de setembro de 2007
PJ Harvey - White Chaulk

Disco novo da Pj vazou na net... E eu baixei e ouvi. E se ouvi... Diferente de tudo que ela já fez, eu acho (embora eu não conheça tudo o que ela já fez). Segue a linha de Anthony and the Johnsons (puro achismo, pelo pouco que conheço dele). Senti um pouco de Cocorosie (só o clima lento e viajante, sem as aberrações). Enfim, muito piano, violões, vocais sussurados. Canções lindas... Essa mulher é foda.
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quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Noite do Oráculo - Paul Auster
Acabei de ler ontem essa pérolazinha que comprei no HiperBompreço da Garibaldi há um tempão (comprar livros e cds em supermercados deixa a tarefa mais interessante, não é mesmo?) e deixei encostado na estante. Queria que ele nunca acabasse, pra ter sempre que lê-lo antes de dormir. Desde que assisti 'O mistério de Lulu'(terrible tradução de 'Lulu on the bridge'), fiquei vidrada. Noite do Oráculo é assim, histórias dentro de outras e outras e acabam e começam e terminam... Não sei porque ainda não adaptaram pro cinema. Ia dar um puta filme. Tirei foto da capa que é muito bonitinha...
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quarta-feira, 5 de setembro de 2007
The Beat Generation

Mais um achado em blogs mundo afora...
"THE PREMIUM RECORDINGS"
........
1. JACK KEROUAC - THE BEAT GENERATION
2. RAY ELDRIDGE - THE GASSER
3. BIG JAY McNEELY - REAL CRAZY COOL
4. LIONEL HAMPTON - HEY! BA-BA RE-BOP
5. LESTER YOUNG - IN A LITTLE SPANISH TOWN
6. JACK KEROUAC - FANTASY: THE EARLY HISTORY OF BOP (Section 1)
7. DIZZY GILLESPIE - SALT PEANUTS
8. CHARLIE PARKER - SCRAPPLE from THE APPLE
9. JACK KEROUAC - FANTASY: THE EARLY HISTORY OF BOP (Section 2)
10. MILES DAVIS - HALF NELSON
11. GEORGE SHEARING - SORRY, WRONG RHUMBA
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
12. JACK KEROUAC - FANTASY: THE EARLY HISTORY OF BOP (Section 3)
13. SLIM GAILLIARD - SLIM'S JAM
14. JACK KEROUAC - FANTASY: THE EARLY HISTORY OF BOP (Section 4)
15. BILLY ECKSTEIN - I ONLY HAVE EYES FOR YOU
16. DEXTER GORDON & WENDELL GREY - THE HUNT
17. JACK KEROUAC - FANTASY: THE EARLY HISTORY OF BOP (Section 5)
18. THELONIOUS MONK - HACKENSACK
19. LEE KONITZ - SUBCONSCIOUS-LEE
20. STAN GETZ - STELLA BY STARLIGHT
21. GERRY MULLIGAN QUARTET - LINE FOR LYONS
22. THELONIOUS MONK - NUTTY
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1. JACK KEROUAC - THE BEAT GENERATION
2. RAY ELDRIDGE - THE GASSER
3. BIG JAY McNEELY - REAL CRAZY COOL
4. LIONEL HAMPTON - HEY! BA-BA RE-BOP
5. LESTER YOUNG - IN A LITTLE SPANISH TOWN
6. JACK KEROUAC - FANTASY: THE EARLY HISTORY OF BOP (Section 1)
7. DIZZY GILLESPIE - SALT PEANUTS
8. CHARLIE PARKER - SCRAPPLE from THE APPLE
9. JACK KEROUAC - FANTASY: THE EARLY HISTORY OF BOP (Section 2)
10. MILES DAVIS - HALF NELSON
11. GEORGE SHEARING - SORRY, WRONG RHUMBA
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12. JACK KEROUAC - FANTASY: THE EARLY HISTORY OF BOP (Section 3)
13. SLIM GAILLIARD - SLIM'S JAM
14. JACK KEROUAC - FANTASY: THE EARLY HISTORY OF BOP (Section 4)
15. BILLY ECKSTEIN - I ONLY HAVE EYES FOR YOU
16. DEXTER GORDON & WENDELL GREY - THE HUNT
17. JACK KEROUAC - FANTASY: THE EARLY HISTORY OF BOP (Section 5)
18. THELONIOUS MONK - HACKENSACK
19. LEE KONITZ - SUBCONSCIOUS-LEE
20. STAN GETZ - STELLA BY STARLIGHT
21. GERRY MULLIGAN QUARTET - LINE FOR LYONS
22. THELONIOUS MONK - NUTTY
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terça-feira, 4 de setembro de 2007
Lançamento mundial do ep Dois em Um na Zauber!

Tô reproduzindo aqui o texto da "campanha" lançada por Luis em seu fotolog. Atenção minha gente!
Quinta feira (06/09/2007) lançamento mundial do EP do Dois em Um!01 disco será lançado pra platéia da Zauber durante os shows das bandas Ronei Jorge e os ladrões, Do amor e Pessoas invisíveis.É o menor lançamento do mundo! imperdível!! Apenas 01 unidade lançada!Divirtam-se!
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segunda-feira, 3 de setembro de 2007
sábado, 1 de setembro de 2007
How beautiful could a being be?
Funcionou bem na pista ontem, no 'Baile Esquema Novo'. Me acabei de dançar ao som desta música. Aliás, esse disco é todo bom, na minha opinião...
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